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EDF aposta em carros elétricos com a sua subsidiária DREEV e “carregamento inteligente”

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A mobilidade elétrica deve ser limpa e colaborativa. De qualquer forma, esta é a filosofia retratada pela DREEV, subsidiária da EDF criada em colaboração com a NUVVE – uma start-up americana. O objetivo? Proponha a melhor forma de carregar e descarregar baterias de carro V2G. Foi durante a feira EVS32 que a EDF nos abordou com esta nova tecnologia – e suas características – projetada por DREEV e NUVVE.

A outra vantagem desta solução, como nos disse DREEV, é financeira. O custo anual de um carro a gasolina é de 1300 euros contra 300 euros do elétrico.

É claro que o DREEV e seus terminais V2G são acompanhados por um aplicativo móvel para gerenciar a energia do veículo. Uma aliança entre o smartphone, já presente no nosso dia a dia, e o carro elétrico – que só espera para se tornar mais democrático nos próximos anos.

V2G (“Vehicle-to-Grid”) depende do compartilhamento de energia

O “carregamento inteligente” faz parte da operação principal da DREEV. Este processo permite otimizar durante o carregamento, mas também durante o descarregamento, de um veículo elétrico para poupança financeira e gestão do desgaste da bateria. É no controle da velocidade de carga que o DREEV extrai sua força, permitindo que um carro que teria armazenado muita energia a redistribua.

O veículo elétrico destina-se, portanto, o elo de uma grande cadeia permitindo que uma grande rede se beneficie dessa eletricidade em face de veículos elétricos que não estão em constante funcionamento. Eric Mévellec, chefe da DREEV, explicou-nos que um carro não rola 96% das vezes. Os edifícios e outras instalações elétricas poderão assim beneficiar desta grande rede energética participativa. Refira-se que esta energia utilizada pela EDF através das baterias dos carros elétricos permite remunerar os seus proprietários, sempre com vista à partilha.

Este “carregamento inteligente” quer, portanto, ser financeiramente econômico, limpo e participativo, dando lugar de destaque ao equilíbrio entre oferta e demanda.

Note-se que a França não é o único mercado alvo, uma vez que a DREEV também investiu na Itália, Bélgica e Inglaterra.

Terminais já instalados

Mas o projeto DREEV não é apenas uma doce utopia. Várias estações de carregamento já foram instaladas – como na região de Bordeaux com o grupo Hotravail. Este último já se beneficia de uma recarga elétrica enquanto recuperando uma certa quantia de dinheiro graças ao possível compartilhamento dessa energia limpa.

Um dos objetivos do DREEV é a implantação de várias centenas de terminais para o ano de 2019. A subsidiária da EDF também terá que convencer os fabricantes de automóveis a integrar o V2G em veículos particulares, um mercado quase inexistente no momento. As promessas implantadas pelo DREEV são grandes e as várias etapas, sem dúvida, levarão vários anos para serem concluídas. Uma grande ambição para o Plano de Mobilidade Elétrica da EDF.

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