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Transplante de coração, médicos querem usar corações “mortos” trazidos de volta à vida

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Não, este não é um roteiro de filme de terror ou ficção científica, mas uma história real. Médicos do Duke University Medical Center, nos Estados Unidos, encontraram uma maneira de reviver um coração morto para usá-lo em um transplante de órgão.

Esta é a primeira vez que sabemos que, até agora, o coração de um doador falecido, que parou de bater, não pode ser usado para um transplante de coração.

Bem, mais uma vez, a ciência e a medicina conseguiram ultrapassar os limites do impossível! Com este avanço médico, a escassez de órgãos pode ser coisa do passado, e mais pessoas podem ser salvas.

Mas como você revive um coração morto?

Para trazer o coração de um doador falecido de volta à vida, pesquisadores do Duke University Medical Center usaram uma técnica revolucionária chamada “infusão quente”.

O coração morto foi primeiro imerso em uma solução biológica que retarda sua degradação. Em seguida, usando uma máquina muito especial (o dispositivo de perfusão ex-vivo normotérmico ou Organ Care System), os médicos perfundiram o órgão com sangue quente e rico em oxigênio, o que permitiu que ele voltasse a bater.

A notícia foi divulgada no site oficial da universidade, mas também nas redes sociais, onde os pesquisadores por trás da façanha compartilharam sua alegria com o que consideram um grande avanço para o setor de tecnologia, saúde e cirurgia.

Um primeiro transplante bem-sucedido

Uma vez que conseguiram reviver o coração morto, pesquisadores do Duke University Medical Center não perderam tempo em transplantar o órgão para o corpo de um paciente que precisava de um coração totalmente novo.

A operação foi filmada por Jacob Niall Schroder, diretor do programa de transplante de coração do centro médico e coautor do estudo. As imagens foram compartilhadas no Twitter no início de dezembro. A última notícia é que o paciente que recebeu o transplante passa bem.

Para Jacob Niall Schroder, “Esse procedimento tem o potencial de expandir o pool de doadores em até 30%. Aumentar o número de corações doados diminuiria o tempo de espera e o número de mortes que ocorrem enquanto as pessoas esperam. »

Resta saber o que a opinião pública pensa sobre isso. É de se esperar que alguns critiquem a ideia e a iniciativa, pois se fala em transplantar um órgão morto por vários minutos antes que ele seja trazido de volta à vida. Todo este caso deve, portanto, ser acompanhado de muito perto.

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